[POEMA] Soneto em louvor à bondade do café na ordem do ser
Uma bendita dádiva me deixa de pé
no meio deste vale de lágrimas.
Entre os consolos de minhas lástimas
fica o meu tão amado café.
Dons são entregues, se a água derramar.
Esta fonte de vida que Deus criou.
A graça santificante, quando o padre nos batizou
O café quentinho, quando o pó moído coar.
Se o sábio com ordem e sutileza retira
A verdade, o objeto de sua contemplação.
Lembro que o Douto Dominicano ensina
Que é bom o ser de toda entidade.
Concluo sem medo e com contentação:
O café participa da própria Bondade.
no meio deste vale de lágrimas.
Entre os consolos de minhas lástimas
fica o meu tão amado café.
Dons são entregues, se a água derramar.
Esta fonte de vida que Deus criou.
A graça santificante, quando o padre nos batizou
O café quentinho, quando o pó moído coar.
Se o sábio com ordem e sutileza retira
A verdade, o objeto de sua contemplação.
Lembro que o Douto Dominicano ensina
Que é bom o ser de toda entidade.
Concluo sem medo e com contentação:
O café participa da própria Bondade.
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